VITAL ENERGIA E SAÚDE! (51) 996842953 Blog sobre a área da saúde Seja bem vindo! QUIROPRAXIA - FISIOTERAPIA - FILOSOFIA CLÍNICA Perícia Judicial Estética facial e corporal
Mostrando postagens com marcador Exercícios. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Exercícios. Mostrar todas as postagens
4 de out. de 2020
12 de abr. de 2015
Osteoartrite
A artrose, também chamada de osteoartrite, é uma doença que ataca as
articulações promovendo, principalmente, o desgaste da cartilagem que recobre
as extremidades dos ossos, mas que também danifica outros componentes
articulares como os ligamentos, a membrana sinovial e o líquido sinovial. A
cartilagem articular tem por função promover o deslizamento, sem atrito, entre
duas extremidades ósseas durante o movimento de uma articulação. Seu
comprometimento pode gerar dor, inchaço e limitação funcional. Apesar de poder
danificar qualquer junta do corpo, a artrose afeta mais comumente as
articulações das mãos, da coluna, joelhos e quadris.
Pode ser divida em primária (sem causa conhecida) ou secundária (com
causa conhecida). A primária pode afetar as juntas dos dedos, mãos, quadril,
joelhos e coluna, e ocorre mais frequentemente a partir da meia idade.
A secundária pode afetar qualquer articulação como
sequela de uma lesão articular de causas variadas, como traumatismos e
pós-cirúrgicos articulares, defeitos das articulações, hipotireoidismo,
diabetes, etc, e pode ocorrer em qualquer idade.
A artrose nasce de maneira sutil e evolui muito lentamente, podemos
perceber que realmente sofremos de artrose quando já é em um estado avançado,
quando os sinais e sintomas já são relativamente graves.
A artrose ocorre principalmente em idosos, podemos definir como o
envelhecimento da articulação, acomete principalmente as mulheres depois da
menopausa.
Os sintomas da artrose são dor, rigidez, mobilidade reduzida, em
certas fases à articulação pode inchar.
O problema mais importante é a dor, especialmente na primeira meia
hora depois de acordar ou depois de um repouso de pelo menos uma hora.
Quando a articulação começa a se mover à dor é quase inexistente, mas
se sente depois de alguns esforços ou depois de longos períodos de trabalho.
Em estados mais avançado, o formigamento ocorre mesmo durante o
repouso.
Os sintomas pioram com a umidade ou com a mudança do tempo.
Os sinais visíveis são as mãos e os dedos inchados por causa da
inflamação e os nódulos que são chamados de Heberden, se estiver no primeiro
osso metacarpal (falanges distais), enquanto ao nível das falanges proximais
são chamados nódulos de Bouchard.
A fisioterapia para artrose é parte fundamental do tratamento para
esta doença.
As técnicas manuais como alongamentos e mobilizações articulares são
de grande importância para manter as articulações devidamente irrigadas e
alinhadas.
O fisioterapeuta desenvolve uma série de exercícios apropriados e
benéficos, que aliviam as dores. Um das maiores preocupações desses
profissionais é com a postura do paciente. Ao corrigi-la, ele evita a
sobrecarga na inflamação. Os exercícios também visam o alívio da rigidez,
aumentando a flexibilidade e a força muscular dos praticantes.
Drª Jane Difini Kopzinski
14 de jan. de 2015
EXERCÍCIOS FÍSICOS E QUALIDADE DE VIDA NA TERCEIRA IDADE
EXERCÍCIOS FÍSICOS E QUALIDADE DE
VIDA NA TERCEIRA IDADE

A qualidade de vida durante o
processo de envelhecimento é uma temática atual e centro de muitas discussões,
tendo em vista que a população de idosos no Brasil está crescendo de forma
bastante acelerada.
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia
e Estatística - IBGE (2008) deverá chegar a aproximadamente 30 milhões de
pessoas em 2020, o que corresponderá a 13% dos brasileiros.
A velhice além de alterações
biológicas traz mudanças psicológicas e sociais que contribuem para o
relacionamento do idoso consigo mesmo, com a família, amigos e a sociedade.
A prática regular de atividades
físicas na terceira idade tem se revelado como um fator determinante no que diz
respeito à manutenção da qualidade de vida e do bem estar dos idosos, conforme
citações de Nadeau & Peronnet (1985), aumentam a massa muscular, reduzem o percentual
de gordura corporal, aumentando a força do indivíduo, facilitando a sua
locomoção, mantêm a pressão sanguínea e a frequência cardíaca dentro de padrões
aceitáveis para a idade, dificultando o acúmulo de colesterol no sangue entre
outros.
A prática da
atividade física possibilita momentos de interação com diferentes pessoas,
auxilia o idoso a desempenhar com menos dificuldade atividades relacionadas ao
seu cotidiano, e torna-o mais autônomo ao realizar essas tarefas,
proporcionando uma valorização de suas capacidades e deixando cada vez mais
longe da sensação de invalidez, que, por muitas vezes, contribui para o seu
isolamento social (GUIMARÃES eCALDAS, 2006).
Para Tribess e Virtuoso
(2005), o declínio nos níveis de atividade física habitual para o idoso
contribui de maneira significativa para a redução da aptidão funcional e a
manifestação de diversas doenças relacionadas a este processo, trazendo como consequência
a perda da capacidade funcional.
Apesar da idade, os idosos podem ser rápidos e ainda possuir muitas
características presentes em pessoas mais jovens. Portanto, poderia
argumentar-se que uma aptidão física aprimorada retarda o envelhecimento e
confere proteção em termos de saúde e possível longevidade... a maior parte das
evidências mostra que o exercícios físico regular retarda o declínio da
capacidade funcional associada ao envelhecimento e ao desuso. Mcardle
et all (2007, p. 907)
É importante que idosos busquem sempre melhorar suas aptidões
físicas, a fim de torná-los independentes e terem condições de realizarem as
tarefas do dia a dia e se manterem saudáveis. Essas aptidões quando bem desenvolvidas
tornam os idosos menos vulneráveis a quedas, a distensões musculares,
rompimento de ligamentos, entre outras lesões ou distúrbios relacionados ao
envelhecimento, ao realizarem qualquer tipo de exercícios físicos estarão
trabalhando tanto seu lado físico quanto mental, sendo de suma importância que
eles se mantenham saudável principalmente nesses aspectos, mantendo-se assim
saudável ao longo de toda sua vida.
Drª Jane Difini
Kopzinski
REFERÊNCIAS
GUIMARÃES, J.M.N.,
CALDAS, C.P. A influência da Atividade Física nos quadros depressivos de
pessoas idosas: uma revisão sistemática. Revista Brasileira de Epidemiologia,
v. 9, n. 4, pp. 481-492, 2006.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística -
IBGE (2008)
NADEAU, M. & PÉRONNET, F. Fisiologia aplicada
na atividade física. São Paulo: Manole. 1985.
MCARDLE, W. Fisiologia do exercício: energia,
nutrição e desempenho humano. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
TRIBESS, S.; VIRTUOSO, J. Prescrição de exercícios
físicos para idosos. Revista Saúde, 2005.
Assinar:
Postagens (Atom)


