23 de out de 2011

Síndrome do impacto é o nome dado à doença causada pelo atrito que ocorre nos tendões que movimentam o ombro. Este atrito ocorre entre dois ossos: o úmero (braço) e o acrômio (ponta do ombro) resultante de uma pressão na musculatura do ombro (manguito rotador) exercida por parte da escápula quando o braço é elevado.
A dor pode ser por uma inflamação da bursa (bursite) que cobre o manguito rotador ou uma tendinite do próprio manguito. Algumas vezes, uma ruptura parcial do manguito pode ser a causa da dor.
 O uso excessivo do membro superior em elevação, durante determinadas atividades, favorece o surgimento da síndrome do impacto.
Fases evolutivas:
Fase I:  Edema e hemorragia reversíveis. Ocorrem em pacientes jovens devido ao excesso de uso do MS no esporte ou trabalho.
 Fase II: Fibrose e tendinite do manguito rotador. Ocorrem de maneira crônica em pacientes com idade entre 25 e 45 anos.
 Fase III: Rotura completa do manguito com alterações ósseasA síndrome do impacto normalmente causa dor e inchaço na parte frontal do ombro. Pode haver dor e rigidez na elevação do braço como também ao abaixar o braço após este estar elevado.
Quando há progressão do quadro, pode ocorrer dor à noite, perda de força e de movimentos, dificuldade de colocar o braço atrás do corpo, para vestir-se.
 Em casos avançados, a perda de movimento pode progredir para um “ombro congelado”.  
      Nas bursites agudas, o ombro pode estar com dor intensa. Todos os movimentos podem estar limitados e doloridos.
      Dentre as modalidades de tratamento, o fisioterápico é dos mais recomendados.
                                                   Jane Difini Kopzinski
                                     Fisioterapeuta- Quripraxista- Filósofa Clínica

12 de out de 2011

Dia do Fisioterapeuta

Ser fisioterapeuta é ter duas mãos e um coração entre elas, é manter expressão serena, mesmo com a alma desesperada, manter a mente quieta mesmo diante do desespero,ter um brilho no olhar mesmo quando não temos esse motivo, é transformar lágrimas em desabafo e ser humana para dar conforto.O coração estremece por muitas vezes cheio de emoções inexplicáveis, mas proporcionando o alívio dentro da alma, levando conforto para o coração e com nossa sabedoria poder proporcionar a reabilitação.Ser fisioterapeuta é acreditar na esperança que dias melhores virão, é vencer o sentimento de onipotência que nós é erroneamente delegado, é reconhecer nossos próprios limites.Mas, acima de qualquer coisa, fazei Deus que nunca perca a capacidade de chorar e jamais esquecer que em minhas minhas mãos junto com sua mão existe o maior milagre”A vida”.

9 de out de 2011

Síndrome do Piriforme

Jane Difini Kopzinski
Fisioterapeuta
Quiropraxista
Filósofa Clínica

Síndrome do Piriforme

O termo Síndrome do Piriforme foi usado pela primeira vez por Robinson, em 1947. Ele chamou-a de síndrome porque listou seis achados que compunham o quadro clínico:
1
História de trauma na região sacro-ilíaca e glútea.
2
Dor na região sacro-ilíaca, escolta dura ciática maior e piriforme que desce para a coxa e provoca dificuldade de caminhar.
3
Aumento da dor quando o paciente que estava sentado fica em pé ou, ao caminhar, pára repentinamente.
4
Aumento palpável e doloroso de volume, em forma de salsicha, ao se examinar o músculo piriforme através do toque retal.
5
Dor ao elevar o membro inferior com o joelho estendido e o paciente deitado de costas. (Sinal de Lasegue)
6
Atrofia glútea, dependendo da duração dos sintomas.

O piriforme é um músculo pequeno e profundo, localizado na nádega, sob os glúteos e tem como função a rotação externa da coxa, que é quando o joelho "olha" para fora, além de auxiliar na abdução (abertura da coxa). Sua localização vai do sacro (porção final da coluna) até o fêmur (osso da coxa).
    Na região do quadril , o nervo isquiático pode ser comprimido pelo músculo piriforme (síndrome do piriforme), se o músculo se tencionar pode haver compressão do nervo isquiático causando dor.
Um sinal clínico importante se apresenta na forma de fraqueza para os movimentos de abdução e rotação lateral da coxa sob resistência, em decorrência da dor.
   As queixas incluem dores que podem acontecer em alguns locais como: na região glútea (nádega), quadril, lombar, membro inferior e também formigamento ou dormência, que podem irradiar em direção à perna do lado acometido.
 A primeira opção no tratamento da síndrome do piriforme é a Fisioterapia através da cinesioterapia clássica, técnicas de manipulação e reeducação postural e comportamental. Alongamentos do músculo piriforme, nunca na fase aguda e sempre respeitando o limite de dor do paciente, devem fazer parte do cotidiano do indivíduo que já apresentou a síndrome, e podem diminuir a compressão feita pelo músculo sobre o nervo refletindo na diminuição da dor isquiática

7 de out de 2011

Atenção a criança e adolescente.
Para garantir que a criança tenha boas condições de desenvolvimento, existe a necessidade da prevenção e reabilitação dos problemas posturais e emocionais. Nesta fase agregamos elementos que serão a diferença para todo nosso ciclo de vida, daí muitas vezes a origem dos problemas emocionais e posturais, que se refletirão em dores no futuro, especialmente na coluna vertebral.
Fisioterapia _ Quiropraxia_ Filosofia Cínica
A tríade do bem estar total!