11 de nov. de 2011

Capsulite Adesiva

Capsulite  Adesiva
 A Capsulite Adesiva do Ombro ou (“ombro Congelado”), ocorre na cápsula articular da glenoide, de forma espessa, inelástica e friável, ocasionando a perda dos movimentos ativos e passivos na articulação glenoumeral (PRENTICE 2002; LECH; SUDBRACK; VALENZUELA , 1993).
A causa da Capsulite Adesiva do ombro é desconhecida. Mas em geral, qualquer processo que leve a restrição gradual da amplitude de movimento do ombro, poderá causar contraturas dos tecidos moles e uma rigidez dolorosa. Entre as causas mais comuns podemos citar as afecções degenerativas da coluna cervical ou radiculopatia, síndrome do impingimento subacromial, artrite acromioclavicular, bursite pós-traumática e sinuvite inflamatória do ombro.
O quadro clínico caracteriza-se por dor mal localizada no ombro tendo início espontâneo, geralmente sem qualquer história de trauma.
Segundo Neviaser (1987), existem quatro estágios de evolução da Capsulite Adesiva do ombro, sendo:

* 1º Estágio de Pré-Adesão: caracterizado por mínima ou nenhuma perda de movimento articular. Há uma reação inflamatória sinovial que só pode ser detectada por visualização artroscópica.

* 2º Estágio de Sinovite Adesiva Aguda: caracterizado por sinovite proliferativa e formação de aderências.

* 3º Estágio de Maturação: caracterizada por redução de sinovite com perda da prega axilar.

* 4º Estágio Crônico: as aderências estão totalmente estabelecidas e são marcadamente restritivas.
O objetivo da fisioterapia é da quiropraxia é de eliminar o desconforto e restaurar a mobilidade e a função do ombro. As modalidades de tratamento na capsulite adesiva, podem ser utilizados recursos eletrotermofototerapicos, ajustes articures e cinesioterapia para restabelecer amplitude de movimento e a função do ombro. (MORELLI 1989; CONNOLLY 1972; LECH; SEVERO 2003; FENELON, 2001, SUZA; 2002, STODDARD,1972).
Jane Difini Kopzinski
Fisioterapeuta – Quripraxista – Filósofa Clínica

23 de out. de 2011

Síndrome do impacto é o nome dado à doença causada pelo atrito que ocorre nos tendões que movimentam o ombro. Este atrito ocorre entre dois ossos: o úmero (braço) e o acrômio (ponta do ombro) resultante de uma pressão na musculatura do ombro (manguito rotador) exercida por parte da escápula quando o braço é elevado.
A dor pode ser por uma inflamação da bursa (bursite) que cobre o manguito rotador ou uma tendinite do próprio manguito. Algumas vezes, uma ruptura parcial do manguito pode ser a causa da dor.
 O uso excessivo do membro superior em elevação, durante determinadas atividades, favorece o surgimento da síndrome do impacto.
Fases evolutivas:
Fase I:  Edema e hemorragia reversíveis. Ocorrem em pacientes jovens devido ao excesso de uso do MS no esporte ou trabalho.
 Fase II: Fibrose e tendinite do manguito rotador. Ocorrem de maneira crônica em pacientes com idade entre 25 e 45 anos.
 Fase III: Rotura completa do manguito com alterações ósseasA síndrome do impacto normalmente causa dor e inchaço na parte frontal do ombro. Pode haver dor e rigidez na elevação do braço como também ao abaixar o braço após este estar elevado.
Quando há progressão do quadro, pode ocorrer dor à noite, perda de força e de movimentos, dificuldade de colocar o braço atrás do corpo, para vestir-se.
 Em casos avançados, a perda de movimento pode progredir para um “ombro congelado”.  
      Nas bursites agudas, o ombro pode estar com dor intensa. Todos os movimentos podem estar limitados e doloridos.
      Dentre as modalidades de tratamento, o fisioterápico é dos mais recomendados.
                                                   Jane Difini Kopzinski
                                     Fisioterapeuta- Quripraxista- Filósofa Clínica

12 de out. de 2011

Dia do Fisioterapeuta

Ser fisioterapeuta é ter duas mãos e um coração entre elas, é manter expressão serena, mesmo com a alma desesperada, manter a mente quieta mesmo diante do desespero,ter um brilho no olhar mesmo quando não temos esse motivo, é transformar lágrimas em desabafo e ser humana para dar conforto.O coração estremece por muitas vezes cheio de emoções inexplicáveis, mas proporcionando o alívio dentro da alma, levando conforto para o coração e com nossa sabedoria poder proporcionar a reabilitação.Ser fisioterapeuta é acreditar na esperança que dias melhores virão, é vencer o sentimento de onipotência que nós é erroneamente delegado, é reconhecer nossos próprios limites.Mas, acima de qualquer coisa, fazei Deus que nunca perca a capacidade de chorar e jamais esquecer que em minhas minhas mãos junto com sua mão existe o maior milagre”A vida”.