25 de ago. de 2014

Coluna Lombar



                                                      BIOMECÂNICA LOMBAR


A coluna lombar é uma estrutura complexa que conecta a parte superior do corpo com a parte inferior. Esta parte importante da coluna proporciona mobilidade, que permite movimentos como girar e curvar e força, que permite ficar em pé, andar e carregar.
A região lombar é uma complexa estrutura de vértebras, discos, raízes nervosas.
- Cinco ossos chamados vértebras lombares – dispostos um após o outro, conectam a espinha superior à pélvis;
- Seis discos _ que absorvem o impacto – atuam tanto como amortecedores como também estabilizadores para proteger as vértebras lombares;
- Raízes nervosas – os “cabos elétricos” que se estendem por um canal central nas vértebras lombares, conectando o cérebro aos músculos das pernas;
- Pequenas articulações – permitem movimentos funcionais e proporcionam estabilidades;
- Músculos e ligamentos – proporcionam força e ao mesmo tempo apoio e estabilidade.
 O funcionamento adequado desta parte do corpo é necessário para quase todas as ações do dia-a-dia.
A dor nessa região pode restringir as atividades de uma pessoa e reduzir sua capacidade de trabalho e a qualidade do aproveitamento da vida diária.
A dor lombar pode ser causada por um número de fatores, desde ferimentos até os efeitos do envelhecimento: Distensão, deslocamento, idade, Osteoporose, fraturas e Hérnia de disco.
 A maioria das dores lombares pode ser segura e efetivamente tratada.
Algumas técnicas de Fisioterapia e Quiropraxia  têm mostrado bons resultados no alívio da dor e na prevenção de novos episódios.

Drª Jane Difini Kopzinski







20 de ago. de 2014

ESCOLIOSE

ESCOLIOSE

Paciente da Clínica Vital Energia e Saúde
43 anos,  escoliose idiopática em C a direita
Tratamento com Quiropraxia e exercícios com bola suíça.
   1-    Primeira sessão
     2-    Terceira sessão
3-    Quinta sessão
4-    Oitava sessão


A escoliose é um desvio da coluna vertebral para a esquerda ou direita, resultando em um formato de "S" ou "C". É um desvio da coluna no plano frontal acompanhado de uma rotação e de uma gibosidade (corresponde a uma látero-flexão vertebral). A alteração deste alinhamento no plano frontal com curvatura maior do que 10° é chamada Escoliose.
Há suspeita de escoliose quando um ombro parece estar mais alto do que o outro ou a pélvis parece estar inclinada. Um olhar leigo não percebe a curvatura nos estágios iniciais.

Sintomas:
·         Dor lombar e nas costas
·         Fadiga
·         Ombros ou quadris que parecem assimétricos
·         Coluna vertebral encurvada anormalmente para o lado (lateralmente)

Categorias:
• Escoliose idiopática infantil: termo usado para crianças menores de 3.
• Escoliose idiopática juvenil:  refere-se a crianças de 3 a 9.
• Escoliose idiopática do adolescente: crianças com idades entre 10 e 18 anos.
• Escoliose idiopática Adulta:  termo usado para as pessoas que já atingiram a maturidade esquelética (ou seja, seus ossos estão totalmente crescidos).

Curvaturas:
• Curva Simples: à direita destro ou à esquerda sinistro (escoliose em “C”).
• Curva Dupla: (escoliose em “S”)

Causas:
• A escoliose congênita (de nascença) decorre de um problema com a formação dos ossos da coluna vertebral (vértebras) ou fusão de costelas durante o desenvolvimento do feto ou do recém nascido
• A escoliose neuromuscular é causada por problemas como fraqueza muscular ou do controle precário dos músculos, ou paralisia decorrente de doenças como paralisia cerebral, distrofia muscular, espinha bífida e pólio.
• A escoliose idiopática não possui causa conhecida. 

Drª Jane Difini Kopzinski

24 de mai. de 2014

Administração em Fisioterapia

Administração em Fisioterapia

Jane Difini Kopzinski

Assim como na gestão de hospitais reporto essa trabalho até as clinicas de fisioterapia devido à necessidade de termos boa gestores para melhoria e crescimento da administração da relação paciente com o profissional da saúde. Existe o além fronteiras onde temos que centralizar para descentralizar, a diversidade da equipe em termos de conhecimento e experiência estimula o diálogo e a solução de problemas. Segundo Edmondson e Bohmer (2001) ressaltam que, para ampliar a construção da aprendizagem organizacional em empresas do setor de saúde, o processo de reflexão, re-interpretação, refinamento e codificação do conhecimento deve ser realizado por grupos, e não apenas individualmente.
Há um grande caminho a se percorrer, pois administração na área da saúde ainda é pouco discutida e são poucas pesquisas nessa área, faltando ainda sai da aprendizagem individual para aprendizagem organizacional.
Aprendizagem organizacional pode ser entendida como o alcance de novos, múltiplos e contínuos conhecimentos sobre as dinâmicas e demandas corporativas, seja de maneira direta e/ou indireta, dentro e fora da empresa.
A ampliação dos sistemas de saúde e o aumento da complexidade do atendimento tem fortalecido a importância de uma gestão mais efetiva sobre os recursos do setor e a qualidade do atendimento.
Competências e habilidades
Como os gestores da área da saúde não são capacitados para  uma visão sistêmica, falta-lhes algumas das seguintes habilidades e competências, como seguem abaixo:
I – reconhecer e definir problemas, equacionar soluções, pensar estrategicamente,
introduzir modificações no processo produtivo, atuar preventivamente, transferir e generalizar conhecimentos e exercer, em diferentes graus de complexidade, o processo da tomada de decisão;
II – desenvolver expressão e comunicação compatíveis com o exercício profissional,
inclusive nos processos de negociação e nas comunicações interpessoais ou intergrupais;
III – refletir e atuar criticamente sobre a esfera da produção, compreendendo sua
posição e função na estrutura produtiva sob seu controle e gerenciamento;
IV – desenvolver raciocínio lógico, crítico e analítico.
V – ter iniciativa, criatividade, determinação, vontade política e administrativa, vontade de aprender, abertura às mudanças e consciência da qualidade e das implicações éticas do seu exercício profissional;
VI – desenvolver capacidade de transferir conhecimentos da vida e da experiência
cotidianas para o ambiente de trabalho e do seu campo de atuação profissional, em diferentes modelos organizacionais, revelando-se profissional adaptável.
• Transparência na gestão de pessoas, privilegiando o feedback, a orientação
profissional, a distribuição de recursos para o desenvolvimento pessoal, a captação, retenção e seleção por competências.
Princípios para aprendizagem organizacional:
 1. Missão e visão – 2. Liderança –3. Transferência de conhecimento –
4. Trabalho em grupo e cooperação - 5. Cultura de experimentação
Aprendizagem Organizacional se dá através de:
1- Experiências do Profissional – A partir das experiências positivas e negativas, o profissional pode compreender seus erros e acertos, balizar melhor suas próximas ações e criar estratégias para evitar que estes erros persistam no futuro.
2- Aprendizagem Cultural – Aprendida através da cultura organizacional, da missão e dos valores seguidos pela empresa.
3- Aprendizagem com o Líder – Realizada através das lideranças, de seus exemplos e conhecimentos compartilhados com os seus liderados.
4- Aprendizagem Prática/Ativa – Aquisição de conhecimentos através da prática efetiva das tarefas e do seu desenvolvimento contínuo.
5- Aprendizagem Sistêmica – Entendimento ampliado de toda empresa e seus processos para desta maneira oferecer soluções não apenas para o departamento envolvido, mas para a organização como um todo.
A administração na área da saúde só terá um ganho real para a sociedade e empresa gestora deste serviço, quando a mesma buscar o desenvolvimento em seus processos sejam eles profissionais ou humanizados, afinal de contas começar a olhar não como custo, mas sim como investimento em longo prazo onde o gestor deve ter conhecimento e estratégia de qual o caminho a ser percorrido dentro desta área.

Jane Difini Kopzinski   
  Fisioterapeuta Quiropraxista Filósofa Clínica

10 de abr. de 2014

CURSO DE ESTÉTICA CORPORAL

                                
      CURSO DE ESTÉTICA CORPORAL


Oferecer ao profissional um curso com conteúdo de aprendizagem e

 para manejar  técnicas de estética corporal,

 incluindo uma variada gama de tratamentos.



Inscrições e informações pelo fone (51) 96842953



Drª Jane Difini Kopzinski

7 de abr. de 2014

Parceria








É com a maior satisfação que informamos que a Vital Energia e Saúde fechou parceria com a administradora de cartões VeCell para maior comodidade de nossos clientes.
Paulo hermes Pompeu Teixeira - Adminstrador
Jane Difini Kopzinski - Fisioterapeuta

16 de fev. de 2014

Anorgasmia





ANORGASMIA



A repressão sexual impede a liberação da fantasia erótica, um fator importantíssimo para o orgasmo feminino. Se uma mulher não se permite fantasiar e se conhecer, descobrir as partes de seu corpo que mais respondem aos estímulos, não aprenderá a arte do prazer sexual.
   



A Anorgasmia é definida como a falta de prazer orgásmico (gozo) após um período de excitação normal isto é, a ausência do orgasmo com conservação do desejo. Também há a DISORGASMIA, o orgasmo fraco.

Pode ser primária, quando a mulher jamais experimentou um orgasmo, ou secundária, quando essa deixou de obter o gozo sexual nos envolvimentos amorosos, antes satisfatórios.

Causas: Patologias que comprometem a irrigação ou a vascularização da região genital e/ou pélvica, problemas emocionais e falta de conhecimento do próprio corpo.

Tratamento - A Fisioterapia Sexual ajuda as mulheres com Anorgasmia ou Disorgasmia com o objetivo de aumentar o fluxo de sangue e reabilitar a musculatura do Assoalho Pélvico e Períneo feminino.

 Jane Difini Kopzinski

9 de fev. de 2014

Disfunção sexual

Disfunção sexual

Você mulher sente que há diferença em relação a força muscular vaginal durante o ato sexual sente dor ou desconforto durante a relação,  você pode estar sofrendo alguma disfunção sexual relacionada a fraqueza dos músculos perineais.

A Fisioterapia aplicada à disfunção sexual feminina pode trabalhar com técnicas simples e de baixo custo, um exemplo deste é a cinesioterapia, utilizando técnicas específicas para disfunção sexual tais como exercícios perineais, cones vaginais; biofeedback e assim melhorando a vida sexual dessas mulheres .   
                       
 A Fisioterapia Uroginecológica  juntamente com a Quiropraxia podem ajudar.         
É necessário aprender a contrair corretamente a musculatura do assoalho pélvico com a ajuda de fisioterapeuta e aparelhos apropriados.

Exercícios de Kegel


                                                            Drª Jane Difini Kopzinski

10 de jan. de 2014

Antebraço e punho

DICAS PARA ANTEBRAÇO , PUNHO E MÃO
Exercícios de alongamento dos punhos e reforço muscular de antebraço e punho.
Antebraços constituem boa parte dos braços. São músculos auxiliares importantíssimos para força muscular e resistência
Prefira teclados e mouse que possuam apoiadores, que evitam a obstrução da circulação sanguínea.
Mantenha uma postura adequada, com os ombros relaxados, apoiando-se no encosto da cadeira, e os pulsos retos.

Jane Difini Kopzinski





13 de ago. de 2013

Além de todos as patologias apresentadas pelos pacientes devemos também levar em conta o emocional envolvido.


A principal função do Fisioterapeuta é tratar e cuidar de pessoas que apresentam  lesões musculares, lesões ósseas, sequelas físicas, visando recuperar os movimentos e a integridade motora dos pacientes, para que voltem a andar e se movimentar normalmente.

 Entre as principais causas de doenças e sequelas e lesões estudadas e tratadas pelos fisioterapeutas temos: sequelas de acidentes, sequelas cardio-vasculares, doenças reumáticas (reumatismo) e encefalites.
Para tratar estas doenças os fisioterapeutas estudam técnicas avançadas de massagem, estimulo elétrico, reeducação muscular, hidroterapia, ginástica corretiva e massoterapia, sempre com o objetivo de aumentar ao máximo a qualidade de vida do paciente. Lembrando que a qualidade de vida envolve o fator emocional conforme idade, tipo de lesão, profissão e historicidade de vida do paciente.

 O estado emocional dos pacientes é um fator muito importante para a qualidade do tratamento.

Jane Difini Kopzinski